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PARA SOCIÓLOGO, CRISTIANISMO TEM PAPEL FUNDAMENTAL NOS PROCESSOS DE COMUNICAÇÃO E CULTURA SOLIDÁRIA

por Pietra Soares última modificação 04/02/2010 13:23

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Durante a Conferência “Novos cenários políticos e sociais e processos de comunicação”, na manhã desta quinta-feira, 4, o sociólogo Pedro Ribeiro afirmou que o cristianismo tem um papel muito importante nos processos comunicativos.  Ele afirmou que a comunicação tem a função de passar necessariamente pela solidariedade e a nova geração tem essa importante ação a cumprir. “Com as novas tecnologias estamos mais propícios a construir a solidariedade. Nesse atual cenário as novas gerações são capazes disso e têm aporte para esse fim”, disse.

De acordo com o sociólogo, a economia solidária é indispensável para que a “paixão pela vida” continue acesa. “O cristianismo não indispensável para se conseguir um outro mundo possível”, lembrou Ribeiro, mas ele disse que sua contribuição é essencial para um novo mundo solidário. “Ninguém precisa ser cristão para trabalhar por outro mundo possível, mas para quem é cristão ele é essencial, uma vez que a crença no ressuscitado move a paixão”.

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Pedro Ribeiro frisou que sem direcionamento, sem fé, a vontade do homem mesmo era se entregar à morte, ser enterrado. “A fé move o fogo da paixão que nos faz viver. O cristianismo através da ressurreição nos faz viver em plenitude. É por isso que sou e continuo a ser cristão. É com esse processo comunicativo que eu vivo espiritualmente”. Ele completou ressaltando que é o processo comunicativo da ressurreição que move o cristianismo ao longo dos séculos. “Se Jesus ressuscitou posso dizer a partir disso que um outro mundo é possível. Continuo a ser cristão porque a ressurreição venceu a morte”.

Haiti

O sociólogo lembrou também da catástrofe que assolou o Haiti. Ele destacou os trabalhos humanitários que estão sendo desenvolvidos por lá, por meio da colaboração de vários países do mundo, inclusive o Brasil. Em uma breve análise, Ribeiro afirmou que nem tudo são flores, nos trabalhos que se dizem “humanitários” no Haiti. Ele deu exemplo dos Estados Unidos da América. “Os Estados Unidos estão no Haiti fazendo seu trabalho, mas poucos se perguntam o que significa aquilo, na verdade. Trata-se de um modo dominação, de ocupação em um pobre país que não tem mais nada, que vai começar do zero”, destacou. Para Ribeiro, os Estados Unidos chegaram de mansinho no país caribenho e já estão fixando suas bases por ali, o que é traduzido como modo de ocupação, de dominação.

Fonte: CNBB

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