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  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/news/5a-semana-social-brasileira-e-lancada-no-ceara">
    <title>5ª Semana Social Brasileira é lançada no Ceará </title>
    <link>http://www.cefep.org.br/news/5a-semana-social-brasileira-e-lancada-no-ceara</link>
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<p>&nbsp;</p>
<div class="article-content">
<p style="text-align: justify;"><img style="float: right;" src="http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/SSB.jpg" alt="SSB" height="208" width="150" />O
 lançamento oficial da 5ª Semana Social Brasileira (SSB) no Ceará 
acontecerá amanhã, dia 18 de maio, das 8h às 16 horas, na Faculdade 
Católica de Fortaleza, na Rua Tenente Benévolo, 201, Centro, Fortaleza. 
Deverão participar as pessoas de diversas comunidades atingidas por 
grandes projetos sociais, dando continuidade ao Seminário ocorrido em 
Setembro do ano passado, onde foi iniciado um processo de levantamento 
sobre os Impactos desses Projetos de “desenvolvimento”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Semana Social Brasileira tem como 
objetivo realizar um processo amplo de debate em torno da democratização
 do Estado. A 5ª Semana é uma atividade que quer aglutinar forças 
organizadas da sociedade, reunir sujeitos sociais para dar curso as 
lutas e conquistas do povo. De acordo com Regilvânia Mateus, da Cáritas 
Regional Ceará “a semana é acima de tudo um momento de articulação das 
forças sociais, como pastorais e movimentos sociais, um momento de parar
 pra pensar, retomar a construção de um projeto popular para o Brasil”.</p>
<p style="text-align: justify;">A 5ª SSB pretende reunir organizações 
sociais e a Igreja para partilhar suas experiências do “Bem Viver”. Mais
 do que discutir o Estado pretende-se discutir a sociedade. A aposta é 
que a sociedade tenha organização e força política para propor o Estado 
que quer – para quê e para quem.</p>
<p style="text-align: justify;">A 5ª Semana tem como tema “A 
participação da sociedade no processo de democratização do Estado – 
Estado para quê e para quem?”.&nbsp; A mesma é um evento da Conferência 
Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e é organizada pela Comissão 
Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: CNBB</p>
</div>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-18T11:26:18Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/news/seminario-debate-propostas-para-a-saude-publica">
    <title>Seminário debate propostas para a Saúde Pública </title>
    <link>http://www.cefep.org.br/news/seminario-debate-propostas-para-a-saude-publica</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div class="article-content">
<div style="text-align: justify;"><img title="Foto: Ir. Diego Joaquim / CNBB" src="http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/SemSaudePublica.jpg" alt="SemSaudePublica" height="331" width="555" /></div>
<div style="text-align: justify;">Inspirada na reflexão proposta pela 
Campanha da Fraternidade (CF) deste ano, a CNBB promove nesta 
quinta-feira e sexta (17 e 18/05) em Brasília o Seminário sobre Saúde 
Pública. O evento é fruto de uma parceria das entidades que participam 
do grupo de trabalho sobre este tema que está vinculado à Comissão 
Episcopal Pastoral para o Serviço da Caridade, da Justiça e da Paz. O 
bispo referencial para a Pastoral da Saúde, dom Antônio Fernando 
Brochini, participa do evento.</div>
<div style="text-align: justify;"><br />Na abertura do seminário o 
Secretário-Geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, recordou a 
precariedade do sistema de saúde pública no Brasil, especialmente para 
quem vive em locais distantes do país, como as comunidades quilombolas e
 indígenas. “Por isso, a ação dos cristãos nos conselhos de saúde é um 
serviço muito importante, na fiscalização e na luta por soluções”, 
enfatizou.<br /><br />Colaboram com o evento a Comissão Nacional da Pastoral
 da Saúde, Versunianos do Rio de Janeiro, Centro Brasileiro de Estudos 
em Saúde, a CAFOD (Agência Católica para o Desenvolvimento), e o 
programa Justiça Econômica. O encontro deve abordar as questões do 
acesso à saúde, o serviço prestado, o financiamento público, a gestão, a
 educação e o controle social do sistema. <br /><br />“A luta por direitos é
 longa e precisa do engajamento de todos, especialmente em vista dos 
desafios a serem assumidos”, afirmou Cecília Torto, da CAFOD - entidade 
que é mantida pelos católicos da Inglaterra e que financia projetos 
sociais no Brasil. <br /><br />O seminário deverá produzir uma carta que 
será levada ao ministro da Saúde com propostas para a melhoria do 
sistema público. “No lançamento da CF, o próprio ministro Alexandre 
Padilha insistiu que levássemos até a ele sugestões. Ele espera da nossa
 parte esta contribuição e é o que vamos fazer”, explicou dom Leonardo.<br /><br />O
 Secretário Geral recordou também aos participantes do seminário que 
durante a última Assembleia Geral ficou definido o apoio da CNBB para a 
coleta de assinaturas do projeto de lei de iniciativa popular que deseja
 destinar 10% do orçamento para o Sistema Único de Saúde. “Nós, como 
Igreja, precisamos ter a certeza de que a saúde pública é uma questão de
 serviço”.<br />Fonte: CNBB</div>
</div>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-18T11:24:03Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/setor-leigos-promove-seminario-para-os-responsaveis-pela-formacao-nos-movimentos-eclesiais">
    <title>Setor Leigos promove seminário para os responsáveis pela formação nos movimentos eclesiais </title>
    <link>http://www.cefep.org.br/setor-leigos-promove-seminario-para-os-responsaveis-pela-formacao-nos-movimentos-eclesiais</link>
    <description></description>
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<p>&nbsp;</p>
<div class="article-content">
<div style="text-align: justify;"><img style="float: left;" src="http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/dom_severino_clasen.jpg" alt="dom_severino_clasen" height="200" width="225" />A
 Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato promove entre os dias 1º e 3
 de junho um Seminário para os responsáveis pela formação desenvolvida 
nos movimentos, associações e serviços eclesiais. O objetivo do evento é
 promover a partilha e o diálogo sobre o projeto formativo dos 
movimentos eclesiais. O evento será em Vargem Grande Paulista (SP), na 
casa Mariápolis Ginetta.</div>
<div style="text-align: justify;"><br />O convite é para que participem 
dois representantes de cada movimento. Os organizadores enfatizam que 
tal representante deve ser membro da coordenação ou seja docente nos 
projetos formativos da entidade. <br /><br />Cada movimento deverá trazer 
para o encontro uma apresentação, de no máximo dez minutos de duração, 
sobre o seu projeto de formação. “Esperamos contar com a presença dos 
Movimentos, das Associações Laicais e dos Serviços Eclesiais para 
fortalecer o diálogo e a comunhão”, afirma o presidente da Comissão para
 o Laicato, dom Severino Clasen, que enviou carta convite para todas as 
comunidades. <br /><br />As inscrições podem ser feitas até o dia 25 de maio
 pelo site www.cmginetta.org.br, usando a senha cnbbleigos. O valor das 
diárias é de R$ 130,00 (Centro e trinta reais), mais a taxa de inscrição
 de R$ 30,00 (Trinta reais), com o pagamento sendo realizado no local do
 evento.<br />Fonte: CNBB</div>
</div>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-17T19:54:39Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/news/toma-posse-a-comissao-da-verdade">
    <title>Toma posse a Comissão da Verdade </title>
    <link>http://www.cefep.org.br/news/toma-posse-a-comissao-da-verdade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div class="article-content">
<div style="text-align: justify;"><img title="Foto: Roberto Stuckert Filho/PR" src="http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/ComissaoVerdade.jpg" alt="ComissaoVerdade" height="285" width="428" /></div>
<div style="text-align: justify;">Em solenidade na manhã desta 
quarta-feira, 16/05, a presidente da República Dilma Rousseff deu posse 
aos sete integrantes da Comissão da Verdade, que tem a missão de apurar 
as violações contra os direitos humanos ocorridas entre 1946 e 1988, que
 inclui o período da Ditadura Militar.</div>
<div style="text-align: justify;"><br />Durante o discurso no Palácio do 
Planalto, Dilma esclareceu que a motivação do trabalho da Comissão não é
 o revanchismo ou o ódio, mas a necessidade de esclarecer uma página da 
história do Brasil. “Nos move a necessidade imperiosa de conhecê-la em 
sua plenitude, sem ocultamentos, sem camuflagens, sem vetos e sem 
proibições”.<br /><br />O desejo pelo esclarecimento das violações 
praticadas, especialmente durante o regime militar, já existia desde a 
redemocratização do país. O debate ganhou corpo em 2009, quando o 
Programa Nacional de Direitos Humanos abordou, entre outros aspectos, o 
direito à Memória e à Verdade. A partir de então, a Presidência da 
República passou a estudar o lançamento de uma Comissão da Verdade. <br /><br />Trata-se
 de um dispositivo recente em novas democracias. De acordo com pesquisa 
do Núcleo de Preservação da Memória Política de São Paulo, na cartilha 
“A Comissão da Verdade no Brasil”, a primeira experiência deste tipo foi
 em Uganda em 1974. Atualmente, são 40 Comissões como esta atuando em 
todo o mundo.<br /><br />A pesquisadora Priscilla Hayner, considerada a 
maior estudiosa da atuação destas Comissões no mundo todo, relata em sua
 pesquisa que ao questionar uma mulher sobre a necessidade de um grupo 
que analisasse possíveis violações dos Direitos Humanos, ouviu a 
seguinte resposta: “Para mobilizar as forças políticas, promover uma 
investigação que tenha amplos e definitivos poderes e assim chegar às 
muitas verdades que ainda são escondidas”. <br /><br />Os sete integrantes 
da Comissão da Verdade – Cláudio Fonteles, Gilson Dipp, José Carlos 
Dias, João Paulo Cavalcanti Filho, Maria Rita Kehl, Paulo Sérgio 
Pinheiro e Rosa Maria Cardoso da Cunha – foram apresentados pela 
presidente na cerimônia de posse como pessoas de competência 
reconhecida, e com capacidade de entender a dimensão do trabalho que vão
 executar.<br /><br />“Não fui movida por critérios pessoais ou por 
avaliações subjetivas. Escolhi um grupo plural de cidadãos e cidadãs de 
reconhecida competência, sensatos e ponderados, preocupados com a 
justiça e o equilíbrio, e acima de tudo, capazes de entender a dimensão 
do trabalho que vão executar”, declarou a presidente.<br /><br />As 
primeiras declarações dos membros da Comissão, logo após a nomeação na 
semana passada, indicaram a direção dos trabalhos: as violações de 
direitos humanos cometidas por agentes do Estado nos anos do regime 
militar. Em declarações extra-oficiais, alguns membros da Comissão 
indicaram que os atos de terrorismo praticados por militantes de 
esquerda que se opunham à ditadura não serão investigados. <br /><br />A 
advogada Rosa Cardoso, que integra a Comissão, declarou em entrevista ao
 jornal O Estado de São Paulo que não há possibilidade de investigar 
crimes cometidos pelas organizações armadas. “Essas comissões, quando 
são criadas oficialmente, pretendem rever condutas de agentes públicos. E
 é isso o que fundamentalmente nós vamos rever: condutas de agentes 
públicos.”<br /><br />Também em entrevista ao mesmo jornal outro integrante 
da Comissão, o diplomata Paulo Sérgio Pinheiro, foi enfático ao declarar
 que o único lado a ser analisado pela equipe será o das pessoas que 
sofreram violações de direitos humanos. “Nenhuma Comissão da Verdade 
teve ou tem essa bobagem de dois lados, de representantes dos 
perpetradores dos crimes e das vítimas. Isso não existe”.<br /><br />Tais 
declarações dos membros do grupo tem preocupado setores das Forças 
Armadas, especialmente os da reserva, que também manifestaram à imprensa
 que vão se organizar para acompanhar de perto os trabalhos da Comissão,
 e evitar que os casos sejam acompanhados fora de seu contexto 
histórico.<br /><br />De acordo com a cartilha do Núcleo de Preservação da 
Memória Política de São Paulo, uma Comissão da Verdade tem o objetivo de
 descobrir, esclarecer, e reconhecer abusos do passado, dando voz às 
vítimas. A lei 12.528, cria a Comissão, esclarece a finalidade do grupo,
 com o objetivo de “efetivar o direito à memória e à verdade histórica e
 promover a reconciliação nacional”.<br /><br />O grupo tem agora o prazo de
 dois anos para apresentar o relatório contendo as atividades 
realizadas, os fatos examinados, as conclusões e recomendações. O 
Secretário-Geral da CNBB, dom Leonardo Ulrich Steiner, afirmou que a 
entidade tem boa expectativa para os trabalhos da Comissão. “Os nomes 
escolhidos são de pessoas que têm grande amor pelo Brasil e, por isso 
mesmo, a Comissão primará pela elucidação dos fatos e pela reconciliação
 com nosso passado”.<br />Fonte: CNBB</div>
</div>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-17T12:39:29Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/comissao-da-verdade-toma-posse-nesta-quarta-feira">
    <title>Comissão da Verdade toma posse nesta quarta-feira </title>
    <link>http://www.cefep.org.br/comissao-da-verdade-toma-posse-nesta-quarta-feira</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>&nbsp;</p>
<div class="article-content">
<p><img style="float: left;" src="http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/fonteles.jpg" alt="fonteles" height="320" width="286" />O
 ex-pocurador Geral da República, Claudio Fonteles e os outros seis 
integrantes da Comissão da Verdade tomam posse nesta quarta-feira, 17 de
 maio.  Nomeado na semana passada pela presidenta Dilma Rousseff, o 
grupo terá  dois anos para apurar violações aos direitos humanos 
ocorridas entre  1946 e 1988, período que inclui a ditadura militar.</p>
<p style="text-align: justify;">Segundo informações da Agencia Brasil, 
os integrantes da comissão foram escolhidos pela própria presidenta a  
partir de critérios como conduta ética e atuação em defesa dos direitos 
 humanos. Fazem parte da comissão o ex-procurador-geral da República  
Cláudio Fonteles, o ministro do Superior Tribunal de Justiça (STJ)  
Gilson Dipp, o ex-ministro da Justiça José Carlos Dias, o jurista José  
Paulo Cavalcante Filho, a psicanalista Maria Rita Kehl, o professor  
Paulo Sérgio de Moraes Sarmento Pinheiro, que participa de missões  
internacionais da Organização das Nações Unidas (ONU), inclusive a que  
denunciou recentemente violações de direitos humanos na Síria, e a  
advogada Rosa Maria Cardoso Cunha – que defendeu Dilma durante a  
ditadura militar.</p>
<p style="text-align: justify;">Deverão estar presentes à cerimônia de 
instalação os ex-presidentes  José Sarney, Fernando Collor, Fernando 
Henrique Cardoso e Luiz Inácio  Lula da Silva.</p>
<p style="text-align: justify;">A lei que cria a comissão foi sancionada
 em novembro do ano passado.  De acordo com o texto, a comissão tem o 
objetivo de esclarecer fatos e  não terá caráter punitivo. O grupo vai 
aproveitar as informações  produzidas há 16 anos pela Comissão Especial 
sobre Mortos e  Desaparecidos Políticos e há dez anos pela Comissão de 
Anistia.</p>
<p style="text-align: justify;">Após a posse, os membros da comissão vão
 fazer a primeira reunião  para definir a agenda e os planos de 
trabalho. Também devem escolher o  presidente do colegiado.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: CNBB</p>
</div>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-16T15:07:17Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/casa-museu-dom-helder-camara">
    <title>Casa Museu Dom Helder Câmara</title>
    <link>http://www.cefep.org.br/casa-museu-dom-helder-camara</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div>Este vídeo foi a proposta do  IDHeC/CEDOHC para 
participar da Semana Nacional de Museus.</div>
<div>&nbsp;</div>
<div><a href="http://www.memorialheldercamara.blogspot.com.br/2012/05/casa-museu-dom-helder-camara-sob-o-tema.html">http://www.memorialheldercamara.blogspot.com.br/2012/05/casa-museu-dom-helder-camara-sob-o-tema.html</a></div>
<div>&nbsp;</div>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-15T17:58:31Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/lancamento-da-escola-fe-e-politica-201cevangelho-e-transformacao-social201d">
    <title> Lançamento da Escola Fé e Política  “Evangelho e Transformação Social” </title>
    <link>http://www.cefep.org.br/lancamento-da-escola-fe-e-politica-201cevangelho-e-transformacao-social201d</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p></p>
<p>A Escola Fé e
Política “Evangelho e Transformação Social”, é fruto da Escola Fé e Política
Pe. Humberto Plummen e foi formada a partir da conscientização de que o assunto
é de tamanha importância para toda a Igreja, onde cristãos são chamados a
exercer sua missão de protagonismo nesse mundo.Se faz necessário uma formação
cidadã e política baseada nos valores evangélicos e humanitários no agreste
meridional de Pernambuco.</p>
<p>Data: 20/05/2012 (Domingo)</p>
<p>Hora: 15:00 h</p>
<p><strong>&nbsp;</strong></p>
<p><strong>Centro Comunitário São
Geraldo (Próximo ao Relógio das Flores e Hospital da Providência) </strong></p>
<p><strong>Bairro:
Heliópolis — Garanhuns — PE</strong></p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-14T17:40:26Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/201cmulheres-e-homens-que-tem-profundo-senso-de-justica-conhecimento-e-amor-pelo-brasil201d-diz-secretario-geral-da-cnbb-sobre-comissao-da-verdade">
    <title>“Mulheres e homens que têm profundo senso de justiça, conhecimento e amor pelo Brasil”, diz secretário geral da CNBB sobre Comissão da Verdade </title>
    <link>http://www.cefep.org.br/201cmulheres-e-homens-que-tem-profundo-senso-de-justica-conhecimento-e-amor-pelo-brasil201d-diz-secretario-geral-da-cnbb-sobre-comissao-da-verdade</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p><span class="createby"></span></p>
<div class="buttonheading">
								
			<a title="E-mail" href="http://www.cnbb.org.br/site/component/mailto/?tmpl=component&link=aHR0cDovL3d3dy5jbmJiLm9yZy5ici9zaXRlL2ltcHJlbnNhL25vdGljaWFzLzkyODEtYS1wcmVzaWRlbnRlLWZlei11bWEtZXNjb2xoYS1sdWNpZGEtZGUtbXVsaGVyZXMtZS1ob21lbnMtcXVlLXRlbS1wcm9mdW5kby1zZW5zby1kZS1qdXN0aWNhLWNvbmhlY2ltZW50by1lLWFtb3ItcGVsby1icmFzaWwtZGl6LXNlY3JldGFyaW8tZGEtY25iYi1zb2JyZS1jb21pc3Nhby1kYS12ZXJkYWRlLQ%3D%3D"><img src="http://www.cnbb.org.br/site/templates/cnbb/images/emailButton.png" alt="E-mail" /></a>			
			
						
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<div class="article-content">
<p style="text-align: justify;"><img title="Dom Leonardo Steiner" style="float: right;" src="http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/domleonardocomissodaverdade2012.jpg" alt="domleonardocomissodaverdade2012" height="306" width="300" />Dom
 Leonardo Steiner, secretário geral da CNBB, elogiou a presidente Dilma 
Rousseff pela nomeação, nesta quinta-feira, 10 de maio, das pessoas que 
vão compor a Comissão da Verdade: “a presidente nomeou um grupo de 
grande valor ético, moral e de conhecedores da nossa história”.</p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão da Verdade terá o período de 
trabalho estipulado em dois anos e, depois disso, deverá oferecer 
conclusões para ajudar no esclarecimento do que ocorreu de crimes 
praticados na área dos humanos praticados entre 1946 e 1988. Nesse 
trabalho, terá especial destaque os acontecimentos a partir de 1964, 
quando começou a série de governos militares no chamado tempo da 
ditadura.</p>
<p style="text-align: justify;">Duas mulheres e cinco homens compõem a Comissão: <strong>Rosa Maria Cardoso da Cunha</strong>, advogada com especialização na defesa de crimes políticos; <strong>Maria Rita Khel</strong>, psicanalista e escritora; <strong>José Paulo Cavalcanti Filho</strong>, jurista, consultor da Unesco e do Banco Mundial; <strong>Cláudio Fonteles</strong>, &nbsp;ex-procurador-geral da República;, <strong>Gilson Dipp</strong>, ministro do Superior Tribunal de Justiça; &nbsp;<strong>José Carlos Dias</strong>, ex-ministro da Justiça; &nbsp;<strong>Paulo Sérgio Pinheiro</strong>, cientista político.</p>
<p style="text-align: justify;">O secretário lembrou que a Comissão tem 
importância “não somente para resgatar o passado, mas para fazer memória
 do passado. Olhar para o passado e aprender com ele”. &nbsp;A respeito da 
preocupação de que o trabalho seja “revanchista”, dom Leonardo disse: 
“não creio que esses nomes escolhidos tenham esse tipo de índole. São 
pessoas de grande valor moral e isso assegura que não conduzirão os 
trabalhos para esse fim”.</p>
<p style="text-align: justify;">Dom Leonardo também considerou que o 
tempo disponível para os trabalhos da Comissão é bastante escasso e os 
membros nomeados pela presidente precisarão de todo o apoio do para 
realizarem um trabalho com profundo empenho: “esperamos que eles tenham 
recursos e assessores necessários para realizarem os trabalhos”.</p>
<p style="text-align: justify;">“A CNBB”, disse dom Leonardo, “sentiu 
que os nomes escolhidos são de pessoas que têm grande amor pelo Brasil 
&nbsp;e, por isso mesmo, a Comissão primará pela elucidação dos fatos e pela 
reconciliação com nosso passado”.</p>
<p style="text-align: justify;">Fonte: CNBB</p>
</div>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-14T11:33:18Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/news/feliz-dia-das-maes-1">
    <title>Feliz Dia das Mães!!!</title>
    <link>http://www.cefep.org.br/news/feliz-dia-das-maes-1</link>
    <description>Mensagem de Dom Severino Classen para todas as mães do Brasil. </description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><strong>M<a name="_GoBack"></a>ãe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pela graça do batismo somos incorporados em Cristo e formamos a grande família do povo de Deus. A sociedade se organiza e se mantém graças à ordem natural que brota da disciplina, da responsabilidade, da norma que estabelece limites entre os seres humanos. Jesus Cristo despertou o jeito próprio de ser, viver e sentir a irmandade, a familiaridade e o respeito entre os humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">A força nativa, brota da hospitalidade da mãe que gera, cuida, educa e protege a vida. Todo ser vivente, na sua essência, tem uma ligação de ternura e respeito pela mãe que gera a vida e cuida da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, além de parabenizar todas as mães, se inclina diante das mães que geram nova vida. Manifestamos nosso respeito, nosso carinho, nossa reverência ao grande sacrário que gera a vida, onde todos nós nascemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nome da sociedade, que perde em tantos momentos o rumo da verdadeira liberdade e massifica a vida como objeto de consumo, peço perdão às mães porque estão machucando cada vez mais o sacrário da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia das mães, com ternura peço de modo especial para homenagear a mãe viva ou falecida. Dela nascemos e aprendemos a amar e a ter dignidade. Que nenhuma mãe sofra pela falta de respeito e pela humilhação, pois a vida que ela gera é a maior riqueza que existe e tem um preço de eternidade feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Parabéns mãe! Que Maria, a Mãe de Jesus e nossa MÃE, seja o modelo de simplicidade, de acolhida e de serviço e estímulo para todos legislarem a favor da vida, mesmo que seja por um segundo, mas é vida e possamos vislumbrar um mundo novo. Que cresça a corresponsabilidade, a consciência do cuidado e que defendamos a vida como a máxima das prioridades e que não deixemos as ideologias, a força do poder econômico e a ignorância manipularem a vida. Que toda a mulher seja elevada a sua dignidade e possa ser feliz como a única capaz de gerar pelo calor do seu ventre a nova vida com amor. Nenhum outro instrumento é capaz de oferecer com tanta perfeição o espaço, calor, amor para gerar nova vida. Toda a criatura humana tem direito do calor do útero, lugar sagrado e seguro para nascer e ser a imagem e semelhança de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Mãe, obrigado pela vida que gerou! Mãe, perdão por não ser um bom filho! Mãe, Deus te abençoe!</p>
<p style="text-align: justify;">Parabéns, mãe pelo dia das mães!</p>
<p style="text-align: justify;">Dom Frei Severino Clasen, OFM</p>
<p style="text-align: justify;">Bispo de Caçador - SC</p>
<p style="text-align: justify;">Presidente da Comissão Episcopal para o Laicato</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-12T21:50:46Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/news/feliz-dia-das-maes">
    <title>Feliz Dia das Mães!!!</title>
    <link>http://www.cefep.org.br/news/feliz-dia-das-maes</link>
    <description>Mensagem de Dom Severino Classen para todas as mães do Brasil.</description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p style="text-align: justify;"><strong>M<a name="_GoBack"></a>ãe</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Pela graça do batismo somos incorporados em Cristo e formamos a grande família do povo de Deus. A sociedade se organiza e se mantém graças à ordem natural que brota da disciplina, da responsabilidade, da norma que estabelece limites entre os seres humanos. Jesus Cristo despertou o jeito próprio de ser, viver e sentir a irmandade, a familiaridade e o respeito entre os humanos.</p>
<p style="text-align: justify;">A força nativa, brota da hospitalidade da mãe que gera, cuida, educa e protege a vida. Todo ser vivente, na sua essência, tem uma ligação de ternura e respeito pela mãe que gera a vida e cuida da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">A Comissão Episcopal Pastoral para o Laicato, além de parabenizar todas as mães, se inclina diante das mães que geram nova vida. Manifestamos nosso respeito, nosso carinho, nossa reverência ao grande sacrário que gera a vida, onde todos nós nascemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Em nome da sociedade, que perde em tantos momentos o rumo da verdadeira liberdade e massifica a vida como objeto de consumo, peço perdão às mães porque estão machucando cada vez mais o sacrário da vida.</p>
<p style="text-align: justify;">No dia das mães, com ternura peço de modo especial para homenagear a mãe viva ou falecida. Dela nascemos e aprendemos a amar e a ter dignidade. Que nenhuma mãe sofra pela falta de respeito e pela humilhação, pois a vida que ela gera é a maior riqueza que existe e tem um preço de eternidade feliz.</p>
<p style="text-align: justify;">Parabéns mãe! Que Maria, a Mãe de Jesus e nossa MÃE, seja o modelo de simplicidade, de acolhida e de serviço e estímulo para todos legislarem a favor da vida, mesmo que seja por um segundo, mas é vida e possamos vislumbrar um mundo novo. Que cresça a corresponsabilidade, a consciência do cuidado e que defendamos a vida como a máxima das prioridades e que não deixemos as ideologias, a força do poder econômico e a ignorância manipularem a vida. Que toda a mulher seja elevada a sua dignidade e possa ser feliz como a única capaz de gerar pelo calor do seu ventre a nova vida com amor. Nenhum outro instrumento é capaz de oferecer com tanta perfeição o espaço, calor, amor para gerar nova vida. Toda a criatura humana tem direito do calor do útero, lugar sagrado e seguro para nascer e ser a imagem e semelhança de Deus.</p>
<p style="text-align: justify;">Mãe, obrigado pela vida que gerou! Mãe, perdão por não ser um bom filho! Mãe, Deus te abençoe!</p>
<p style="text-align: justify;">Parabéns, mãe pelo dia das mães!</p>
<p style="text-align: justify;">Dom Frei Severino Clasen, OFM</p>
<p style="text-align: justify;">Bispo de Caçador - SC</p>
<p style="text-align: justify;">Presidente da Comissão Episcopal para o Laicato</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-12T21:50:00Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/comite-promove-jornada-em-defesa-do-povo-negro">
    <title>Comitê promove jornada em defesa do povo negro</title>
    <link>http://www.cefep.org.br/comite-promove-jornada-em-defesa-do-povo-negro</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div class="texto_cidade">
	Adital</div>
<div class="texto_texto">
<p>Em
13 de maio, o Estado brasileiro celebra a "abolição da escravidão”. Contudo,
para negros e negras, há pouco o que comemorar. Passados 124 anos desde que o
Brasil tornou-se o último país do mundo a libertar seus escravos, há muito que
denunciar.</p>
<p>Diante
desta situação, o Comitê contra o Genocídio da Juventude Negra (que congrega
mais de 20 entidades dos movimentos negros) organizou uma "jornada de lutas” na
semana que antecede o "13 de maio” deste ano.</p>
<p>Com
o tema central – "Contras as cotas, só os racistas!” – o Comitê convida todos/as
a participar, na semana do "13 de maio”, da jornada em defesa de reparações e
direitos para o povo negro.</p>
<p>A
jornada objetiva a implementação imediata de políticas de ações afirmativas,
particularmente nas universidades estaduais de São Paulo, pois se recusam a
adotar medidas efetivas neste sentido.</p>
<p>Os
participantes sairão às ruas em luta contra os ataques às terras remanescentes de
Quilombos e, por nessa semana também se celebrar o "dia das mães”, levarão às
ruas histórias de sofrimento e de luta de todas as "mães pretas” que tiveram (e
continuam tendo) suas vidas marcadas pela intolerância e pela batalha.</p>
<p><a href="http://www.adital.com.br/site/noticia.asp?lang=PT&cod=66829">Clique aqui para ver a programação
completa.</a><br /></p>
<p>Para maiores informações:</p>
<p>Beatriz
(Uneafro): <a href="mailto:beatriz@cqs.adv.br" target="_blank">beatriz@cqs.adv.br</a><br />
	Vanessa
(Sujeito Coletivo / NCN): <a href="mailto:nessalela@gmail.com" target="_blank">nessalela@gmail.com</a><br />
	Júnior
(Levante Popular da Juventude): <a href="mailto:afrorebelde@yahoo.com.br" target="_blank">afrorebelde@yahoo.com.br</a><br />
	Wilson (Quilombo Raça e Classe): <a href="mailto:wilsonhsilva@gmail.com">wilsonhsilva@gmail.com</a></p>
</div>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-11T13:50:01Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/news/votacao-da-pec-438-sobre-o-trabalho-escravo">
    <title>Votação da PEC 438 sobre o Trabalho Escravo </title>
    <link>http://www.cefep.org.br/news/votacao-da-pec-438-sobre-o-trabalho-escravo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<p>&nbsp;</p>
<div class="article-content">
<p style="text-align: justify;"><img style="float: left;" src="http://www.cnbb.org.br/site/images/stories/cnbb.jpg" alt="cnbb" height="299" width="299" />Está
 prevista para entrar em votação hoje na Câmara dos Deputados, em 
segundo turno, a PEC 438/2001, que propõe destinação à Reforma Agrária 
as terras flagradas com mão de obra escrava. A proposta foi aprovada no 
Senado em 2003, e na Câmara dos Deputados no dia 11 de agosto de 2004, 
ficando neste tempo parada no Congresso Nacional.</p>
<p style="text-align: justify;">A votação deste Projeto de Lei é uma 
exigência das entidades que atuam no combate à pratica do trabalho 
escravo,&nbsp; pois esta vem se perpetuando e continuando a fazer vítimas. 
Nestes dias, a sociedade tem se mobilizado por meio de abaixo assinado 
eletrônico, e manifestações nas redes sociais como “twitaço” (no 
Twitter), que tiveram o objetivo de sensibilizar os parlamentares. 
Durante todo o dia, diversas entidades estarão presentes no Congresso 
Nacional e às 11h acontecerá um ato Publico no Auditório Nereu Ramos com
 a presença de artistas e entidades da sociedade civil.</p>
<p style="text-align: justify;">A Conferência Nacional dos Bispos do 
Brasil (CNBB) tem atuado de forma decidida na conscientização sobre a 
realidade do trabalho escravo no Brasil. Em 2009 foi criado o Grupo de 
Trabalho de Combate ao Trabalho Escravo e também um Mutirão Pastoral, 
que têm levado o debate aos Regionais.</p>
<p style="text-align: justify;">Em 2008, a CNBB se pronunciou a respeito
 do tema divulgando a seguinte nota que pede a destinação das áreas 
flagradas com Trabalho Escravo à Reforma Agrária.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Nota da CNBB sobre áreas flagradas com trabalho escravo</strong></p>
<p style="text-align: justify;">A CNBB acompanha com grande interesse os
 trabalhos do Congresso Nacional, sobretudo os que têm dimensão social. 
Desse modo, está atenta à votação, em segundo turno, da Proposta de 
Emenda Constitucional PEC – 438/2001, relativa às áreas flagradas com 
trabalho escravo.</p>
<p style="text-align: justify;">A escravidão é uma prática abominável 
que a Igreja no Brasil, pela voz de alguns Bispos e, de modo sistemático
 e documentado, pela Comissão Pastoral da Terra (CPT), vem denunciando 
desde a década de 1970.</p>
<p style="text-align: justify;">O Estado Brasileiro reconheceu a 
gravidade da situação quando, em 1995, foi criado o Grupo Móvel do 
Ministério do Trabalho para fiscalizar e combater essa prática 
criminosa. O mesmo se diga da criação, em agosto de 2003, da Comissão 
Nacional Para a Erradicação do Trabalho Escravo - CONATRAE, órgão 
colegiado vinculado à Secretaria Especial dos Direitos Humanos da 
Presidência da República com a função primordial de monitorar a execução
 do Plano Nacional para a Erradicação do Trabalho Escravo.</p>
<p style="text-align: justify;">No entanto, mesmo a criação de tais 
instrumentos não foi capaz de erradicar esta vergonha nacional. Somente 
no ano de 2007, foram registradas pela CPT 265 ocorrências de trabalho 
escravo em todo o Brasil, envolvendo 8.653 trabalhadores. Destes o 
Ministério do Trabalho resgatou, em suas ações de fiscalização, 5.974 
trabalhadores. Desde o ano de 1995, quando foi instituído o Grupo Móvel,
 até o final de 2007, foram libertadas 26.951 pessoas. Nesse período, a 
Comissão Pastoral da Terra registrou denúncias envolvendo mais de 50 mil
 trabalhadores ‘aprisionados por promessas’, obrigados a trabalhar em 
fazendas, carvoarias e canaviais, tratados pior que animais e impedidos 
de romper a relação com o empregador.</p>
<p style="text-align: justify;">No âmbito do Congresso Nacional, em 
1/11/2001 foi apresentada Proposta de Emenda à Constituição pelo Senado 
estabelecendo a pena de perdimento da gleba onde for constada a 
exploração de trabalho escravo (PEC 438/01). Essa Proposta foi aprovada 
pelo Senado em 2003, e pela Câmara dos Deputados, em primeiro turno, no 
dia 11 de agosto de 2004, após a comoção nacional provocada pela chacina
 dos Auditores Fiscais do Ministério do Trabalho e de seu motorista, em 
Unaí, em 28 de janeiro de 2004. Incompreensivelmente, a partir daí não 
se deram outros passos significativos. Agora, depois de muitas 
manifestações da sociedade civil, a PEC 438/2001 volta à pauta para ser 
votada em segundo turno.</p>
<p style="text-align: justify;">Se o desrespeito à função social da 
propriedade da terra já é, segundo a Constituição, motivo suficiente 
para sua possível desapropriação, o uso da propriedade como instrumento 
para escravizar o próximo é crime absolutamente intolerável contra a 
dignidade e contra a vida. Nada mais justo que os que praticam esse 
crime venham a perder sua propriedade, sem compensação, para que o 
Estado lhe dê destinação apropriada, especificamente, para a reforma 
agrária!</p>
<p style="text-align: justify;">Desta forma, a aprovação da PEC 438/2001
 é um imperativo ético e moral da consciência cidadã e, para os 
cristãos, uma exigência de coerência com os ensinamentos do Evangelho de
 Jesus. Assim, a CNBB soma-se ao clamor nacional para que se ponha um 
fim a tamanha agressão à pessoa humana.</p>
<p style="text-align: justify;">São 120 anos da abolição da escravidão 
no Brasil, 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos. O tempo
 é propício para se decretar a segunda abolição da escravidão no campo 
brasileiro por meio da aprovação desta PEC.</p>
<p style="text-align: justify;">Confiamos no espírito público do 
Congresso Nacional, no senso de justiça e de valorização da pessoa 
humana de nossos Parlamentares. A aprovação da PEC 438/2001 será uma 
excelente contribuição para que seja varrida de nosso horizonte uma 
vergonha que tanto desonra o Brasil. A Campanha da Fraternidade deste 
ano nos conclamou a escolher a vida. Escolhe, pois, a Vida! - é o que 
esperamos de cada membro da Câmara dos Deputados.</p>
<p style="text-align: right;">Brasília, 04 de junho de 2008</p>
<div style="text-align: center;">Dom Geraldo Lyrio Rocha</div>
<div style="text-align: center;">Arcebispo de Mariana</div>
<div style="text-align: center;">Presidente da CNBB</div>
<div style="text-align: center;">Dom Luiz Soares Vieira</div>
<div style="text-align: center;">Arcebispo de Manaus</div>
<div style="text-align: center;">Vice-Presidente da CNBB</div>
<div style="text-align: center;">Dom Dimas Lara Barbosa</div>
<div style="text-align: center;">Bispo Auxiliar do Rio de Janeiro</div>
<div style="text-align: center;">Secretário-Geral da CNBB</div>
</div>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-09T10:49:40Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/news/premio-educar-estimula-a-valorizacao-da-diversidade-e-a-promocao-da-igualdade-racial">
    <title>Prêmio Educar estimula a valorização da diversidade e a promoção da igualdade racial</title>
    <link>http://www.cefep.org.br/news/premio-educar-estimula-a-valorizacao-da-diversidade-e-a-promocao-da-igualdade-racial</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div class="texto_cidade">
	Adital</div>
<div class="texto_texto">
<p align="left">Estão abertas até 31 de maio as inscrições para a
6ª edição do Prêmio Educar para a
Igualdade Racial. O concurso é destinado a professores e instituições
públicas e privadas da Educação Infantil ao Ensino Médio que apliquem práticas
pedagógicas ou de gestão escolar com o objetivo de promover a igualdade racial.</p>
<p align="left">Idealizado há onze anos o prêmio incentiva
educadores de todo o Brasil a adotarem programas e ações voltados para a
valorização da diversidade e promoção da igualdade racial. Ao longo desse tempo
foram catalogadas quase 2.000 práticas pedagógicas relacionadas à educação
igualitária oriundas de todos os estados brasileiros e de todos os níveis
educacionais, exceto o superior. O objetivo é prosseguir valorizando o
protagonismo dos(as) educadores(as), fortalecendo a progressiva
institucionalização das ações educacionais e contribuindo para a efetiva
implementação da Lei de Diretrizes e Bases (LDB) e das diretrizes curriculares
que se ocupam do tema.</p>
<p align="left">Serão destinadas duas premiações: para a categoria professor os recursos visam mapear, apoiar e dar
visibilidade às boas práticas escolares desenvolvidas por professores,
reconhecendo a importância pedagógica destas práticas para a formação de
crianças desprovidas de preconceitos e discriminações de toda natureza e
preparadas para conviver de forma respeitosa com a diversidade cultural,
regional e étnico-racial.</p>
<p align="left">Já as premiações da
categoria escola visam incentivar e apoiar iniciativas institucionais
praticadas pela gestão escolar que fortaleceram práticas pedagógicas
desenvolvidas por professores. Bem como, favoreceram a institucionalização
dessas boas práticas, contribuindo com a implementação da LDB (art.26- A) e das
Diretrizes Curriculares Nacionais para Educação das Relações Étnico-Raciais e
para o Ensino de História e Cultura Afro-brasileira e Africana, fortalecendo a
democratização da política nacional de educação.</p>
<p align="left">O prêmio é uma iniciativa do Centro de Estudos das
Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT) em parceria com o Banco Santander
no Brasil, Secretaria de Políticas de Promoção da Igualdade Racial da
Presidência da República/SEPPIR.</p>
<p align="left">Sobre o CEERT</p>
<p align="left">Uma organização não-governamental e sem fins
lucrativos criada em 1990, que desenvolve projetos nas áreas de diversidade no
trabalho, educação, direito, acesso à Justiça, políticas públicas, saúde e
liberdade de crença, além de prestar consultorias a empresas, prefeituras e
órgãos públicos interessados em implantar políticas de valorização da
diversidade e de promoção da igualdade racial.</p>
<p align="left">As inscrições estão sendo efetuadas no endereço: <a href="http://www.ceert.org.br/pesquisa/formularios/premio_educar.php">http://www.ceert.org.br/pesquisa/formularios/premio_educar.php</a>.</p>
<p align="left">Agenda:</p>
<p align="left">O que: Inscrições abertas para o 6º Prêmio Educar para a
Igualdade Racial<br /></p>
<p align="left">Quando: Até 31 de maio</p>
<p align="left">Onde: Centro de
Estudos das Relações de Trabalho e Desigualdades (CEERT)</p>
<p align="left">Contatos: Tel.: (11)3804-0320</p>
</div>
]]></content:encoded>
    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-08T11:50:34Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
  </item>


  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/cpt-mostra-que-mortes-ameacas-e-trabalho-escravo-ainda-sao-constantes-no-campo">
    <title>CPT mostra que mortes, ameaças e trabalho escravo ainda são constantes no campo</title>
    <link>http://www.cefep.org.br/cpt-mostra-que-mortes-ameacas-e-trabalho-escravo-ainda-sao-constantes-no-campo</link>
    <description></description>
    <content:encoded xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"><![CDATA[
<div class="texto_autor">Natasha Pitts</div>
<div class="texto_autor_desc">Jornalista da Adital</div>
<div class="texto_cidade">
	Adital</div>
<div class="texto_texto">
<p align="left">Na manhã desta segunda-feira (7), a Comissão Pastoral da Terra (CPT)
lançou em Brasília, Distrito Federal brasileiro, a 27ª edição do relatório <a href="http://www.cptnacional.org.br/index.php?option=com_jdownloads&Itemid=23&view=finish&cid=274&catid=43">‘Conflitos
no Campo’</a>. Publicado anualmente, o apanhado de informações busca
visibilizar o cenário de violência e conflitos vividos no campo e enfrentado
por trabalhadores/as rurais. O documento, que revela dados de 2011, também
mostra manifestações pela defesa e garantia de direitos.</p>
<p align="left">Neste mesmo dia, CPT entregou o relatório à ministra
da Secretaria Especial de Direitos Humanos, Maria do Rosário Nunes, ao Ministro
da Justiça, José Eduardo Cardozo e ao Ministro do Desenvolvimento Agrário, Pepe
Vargas. Além disso, deve protocolar o documento no ministério do Meio Ambiente
e de Minas e Energia, e na Secretaria Geral da Presidência da República.</p>
<p align="left">A Comissão quer chamar atenção para a violência que se espalha no campo e
para a necessidade de resolver este problema com ações demandadas há anos, como
a reforma agrária, assunto ausente na pauta do governo de Dilma Roussef.
Segundo o relatório, no primeiro ano de mandato da presidenta, foi notado o
menor número de famílias assentadas desde 1995. Situação apontada como "decepcionante”.</p>
<p align="left">Desta forma, fatores como a luta pela terra desencadeiam centenas de
mortes, ameaças e perseguições a trabalhadores e trabalhadoras rurais,
ambientalistas, comunidades tradicionais, indígenas, quilombolas e movimentos
sociais.</p>
<p align="left">Em 2011, os conflitos no campo chegaram à cifra de 1.363 casos, número
superior ao de 2010, quando se registrou 1.186 casos. Já os conflitos por terra
passaram de 853, em 2010, para 1.035, aumento de 21,32%.</p>
<p align="left">Carlos Walter Porto Gonçalves, um dos responsáveis pelo capítulo sobre
"Terra” do relatório, destaca que os conflitos protagonizados pelo poder
privado (fazendeiros, empresários, madeireiros e outros) aumentaram. No ano
passado, eles foram responsáveis por 689 das 1.035 ocorrências de conflitos por
terra. O relatório também especifica que o poder público foi responsável por
menos de 100 ações, entre despejos e prisões, e os movimentos sociais
responderam por 230 ações, entre ocupações e acampamentos.</p>
<p align="left">A violência também se fez presente no meio rural em 2011. A CPT registrou
29 assassinatos, cinco a menos que ano passado. No entanto, a Comissão avalia
que a repercussão de algumas mortes ocorridas em 2011 foi maior do que em anos
anteriores, como foi o caso dos assassinatos do casal José Cláudio e Maria do
Espírito, no estado do Pará, de Adelino Ramos, em Rondônia, e do cacique indígena
Nísio Gomes, no Mato Grosso do Sul.</p>
<p align="left">O relatório detalha que dos 29 assassinados sete já haviam recebido
ameaças de morte. Prática que cresceu no último ano e passou de 125 (2010) para
347 (2011). Os alvos das ameaças, em sua maioria, são índios, quilombolas,
ambientalistas e o Ministério Público. A CPT também revela dados sobre o
trabalho escravo e mostra que esta é uma "chaga que não cicatriza”. O número de
ocorrências passou de 204 para 230, em 19 estados.</p>
<p align="left">Ao mostrar dados do início deste ano, a Comissão mostra que a violência
continua a assustar a população do campo. De janeiro a abril, 12
trabalhadores/as foram assassinados em conflitos no campo e dezenas de trabalhadores/as,
indígenas, militantes, sindicalistas e lideranças já foram ameaçados.</p>
<p align="left">Apesar disso, "mesmo em
meio a tantos conflitos, às violências e
agressões constantes, a capacidade de resistência e luta dos povos indígenas,
das comunidades quilombolas e de outras comunidades camponesas não arrefece.
Apesar de tudo a capacidade de resistência e luta dos povos indígenas, das
comunidades quilombolas e de outras comunidades camponesas não arrefece”,
assegura a CPT em nome da população do campo.</p>
</div>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-08T11:49:10Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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  <item rdf:about="http://www.cefep.org.br/news/boletim-informativo-1">
    <title>Boletim Informativo</title>
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    <description>Maio de 2012</description>
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<p align="center">Para fazer download do Boletim, <a title="Boletim - maio 2012" class="internal-link" href="../documentos/boletim/boletim-maio-2012">clique aqui.</a></p>
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    <dc:publisher>No publisher</dc:publisher>
    <dc:creator>Sidney Sabino</dc:creator>
    <dc:rights></dc:rights>
    <dc:date>2012-05-07T17:19:47Z</dc:date>
    <dc:type>Notícia</dc:type>
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